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Restauração dentária na Paraíba

Escolha a cidade para ver quem faz restauração dentária com contato direto.

Como é feita uma restauração, do começo ao fim

A consulta começa com o exame do dente e, quando necessário, uma radiografia para ver até onde a cárie chegou. Se a cavidade for funda ou o dente estiver sensível, o dentista aplica anestesia local. Em restaurações bem rasas, às vezes ela nem é necessária.

Em seguida vem a limpeza. Com brocas e instrumentos manuais, o profissional remove o tecido amolecido pela cárie ou as bordas soltas de uma fratura, preservando ao máximo a parte sadia. Para o material aderir bem, o dente precisa ficar seco; por isso, muitos dentistas usam uma folha de borracha que isola o dente da saliva, além de roletes de algodão e sugador.

Depois, o material é colocado. A resina composta vai em camadas finas, cada uma endurecida com uma luz azul; o ionômero de vidro é aplicado como uma pasta que endurece por reação química. Por fim, o dentista esculpe o formato, confere a mordida com um papel colorido que marca os pontos de contato e faz o acabamento e o polimento.

Restaurações maiores podem seguir outro caminho: o dente é preparado, copiado por moldagem ou escaneamento, e a peça é confeccionada fora da boca para ser colada numa segunda consulta. Seja qual for o método, saia do consultório sabendo qual material foi usado, quais cuidados tomar nas primeiras horas e quando voltar se algo incomodar.

Cidades da Paraíba com mais crianças

A Paraíba tem 20,8% de crianças de até 14 anos, acima da média nacional de 19,8%. Mas a média esconde diferenças grandes entre as cidades. Pelo Censo 2022, ela é maior nestas (entre as que têm 20 mil habitantes ou mais): Para essas cidades, o acompanhamento infantil pesa mais na rotina dos consultórios, da orientação sobre escovação e mamadeira até a avaliação da mordida antes dos 12 anos.

  1. Caaporã: 25,6% (21,2 mil habitantes)
  2. Conde: 24,7% (27,6 mil habitantes)
  3. Alhandra: 24,7% (21,7 mil habitantes)
  4. Mamanguape: 23,9% (44,6 mil habitantes)
  5. Alagoa Nova: 23,2% (21 mil habitantes)

Cidades da Paraíba com mais idosos

A Paraíba tem 15,5% de pessoas com 60 anos ou mais, perto da média nacional de 15,8%. Mas a média esconde diferenças grandes entre as cidades. Pelo Censo 2022, ela é maior nestas (entre as que têm 20 mil habitantes ou mais): Nessas cidades, a reabilitação oral ganha espaço: repor dentes perdidos, cuidar da boca seca causada por remédios e manter as próteses bem adaptadas.

  1. Pombal: 18,3% (32,5 mil habitantes)
  2. Alagoa Grande: 17,6% (26,1 mil habitantes)
  3. Solânea: 17,5% (26,8 mil habitantes)
  4. Itabaiana: 17,5% (23,2 mil habitantes)
  5. Monteiro: 17,2% (32,3 mil habitantes)

Resina, ionômero e peças sob medida: as diferenças

Não existe um material melhor para todos os casos. Cada um tem pontos fortes e limitações, e o dentista escolhe conforme o dente, o tamanho do problema e a sua boca.

  • Resina composta: tem a cor do dente e é colada à estrutura com um adesivo. É aplicada em camadas e endurecida com luz, o que permite esculpir o formato na hora. É a mais usada hoje, tanto nos dentes da frente quanto nos de trás.
  • Ionômero de vidro: adere ao dente por reação química e libera flúor aos poucos. Tolera melhor a umidade, por isso é útil perto da gengiva, na raiz exposta e em dentes de leite. É menos resistente ao desgaste da mastigação forte.
  • Restaurações indiretas (inlay e onlay): peças de cerâmica ou de resina feitas fora da boca, a partir de uma cópia do dente preparado, e coladas depois. Indicadas para cavidades grandes.
  • Amálgama: a antiga massa prateada. Resistente, mas sem a cor do dente e cada vez menos usada.

Pergunte sempre qual material foi escolhido para o seu dente e por quê. Um bom profissional explica as opções, o que cada uma exige de cuidado e quantas sessões serão necessárias.

Onde a cárie se esconde

Nem toda cárie aparece como um buraco escuro no meio do dente. Algumas ficam em lugares onde o paciente quase nunca olha, e por isso são descobertas tarde.

Entre os dentes. No ponto onde um dente encosta no outro, a escova não alcança e o fio dental nem sempre é usado. A cárie cresce ali escondida e muitas vezes só aparece numa radiografia. Um sinal comum é o fio que começa a desfiar sempre no mesmo espaço.

Nos sulcos dos dentes de trás. Os molares têm vales profundos na superfície de mastigação, onde a placa se acumula. Em crianças e adolescentes, os selantes ajudam a proteger essa área.

Na raiz exposta. Quando a gengiva retrai, parte da raiz fica à mostra. Essa superfície é mais mole que o esmalte e mais sujeita à cárie, especialmente em adultos mais velhos e em quem tem a boca seca por causa de remédios.

Embaixo de uma restauração antiga. Se a borda abre, as bactérias entram e a cárie avança por baixo do material, sem aparecer.

Por isso, mesmo sem dor, as revisões são o momento em que essas cáries escondidas são encontradas ainda pequenas, quando uma restauração simples dá conta.

Dente quebrado: do pedacinho lascado à fratura grave

Dente quebrado é uma das principais razões de procura por restauração, mas nem toda fratura é igual. O tratamento depende de até onde a quebra chegou.

  1. Lasca só no esmalte. Um pedacinho da borda se soltou, sem dor. Muitas vezes basta alisar a borda ou acrescentar um pouco de resina.
  2. Fratura que expõe a dentina. O dente fica sensível ao frio e ao ar. A restauração cobre a área e devolve o formato. Se o pedaço inteiro foi encontrado, em alguns casos ele pode até ser colado de volta: guarde-o em leite ou em soro fisiológico e leve à consulta.
  3. Fratura que alcança o nervo. Aparece um ponto avermelhado ou sangrando no meio da quebra. É urgência: quanto antes o dentista avaliar, maiores as chances de preservar o dente. Pode ser necessário canal.
  4. Fratura na raiz. Só aparece no exame e na radiografia. Dependendo da posição, o dente pode ser mantido ou precisar ser extraído.

Depois de pancadas na boca, especialmente em crianças e em quem pratica esporte, procure atendimento no mesmo dia. Se for à noite ou no fim de semana, veja quem faz atendimento de urgência na Paraíba. Batida na cabeça com tontura, vômito ou desmaio exige pronto-socorro antes do dentista.

Restauração dentária nas maiores cidades da Paraíba

Pelo Censo 2022 do IBGE, estas são as 10 maiores cidades da Paraíba, onde mora boa parte da população do estado, com link direto para a página de restauração dentária de cada uma:

  1. João Pessoa — 834 mil habitantes (capital)
  2. Campina Grande — 419 mil habitantes
  3. Santa Rita — 150 mil habitantes
  4. Patos — 103 mil habitantes
  5. Bayeux — 82,7 mil habitantes
  6. Sousa — 67,3 mil habitantes
  7. Cabedelo — 66,5 mil habitantes
  8. Cajazeiras — 63,2 mil habitantes
  9. Guarabira — 57,5 mil habitantes
  10. Sapé — 51,3 mil habitantes

Restauração dentária por região da Paraíba

Nem sempre o tratamento acontece na cidade onde se mora. As cidades do guia da Paraíba estão em 4 regiões intermediárias do IBGE, e a maior cidade de cada uma costuma ter mais opções de restauração dentária. Comece pela região onde você vive:

  • Região de João Pessoa: 41 cidades no guia, que somam 1,8 milhão de habitantes; a maior é João Pessoa.
  • Região de Campina Grande: 31 cidades no guia, que somam 950 mil habitantes; a maior é Campina Grande.
  • Região de Patos: 20 cidades no guia, que somam 418 mil habitantes; a maior é Patos.
  • Região de Sousa - Cajazeiras: 8 cidades no guia, que somam 212 mil habitantes; a maior é Sousa.

Quem mora na Paraíba

Quem mora na Paraíba? O Censo 2022 do IBGE contou 4 milhões de habitantes em 223 municípios, dos quais 100 têm página de restauração dentária neste guia. Por idade, 15,5% têm 60 anos ou mais (perto da média do Brasil (15,8%)) e 20,8% têm até 14 anos (acima da média do Brasil (19,8%)); a faixa de 15 a 29 anos reúne 22,5%. Na prática, a procura por restauração dentária acompanha esse retrato: mais crianças significam mais consultas de prevenção, e uma população mais velha puxa a demanda por reabilitação.

Um pouco sobre a Paraíba

A Paraíba tem João Pessoa como capital, no litoral, e Campina Grande como grande polo do interior, com forte presença de universidades e serviços de saúde. Patos e Sousa, no sertão, atendem moradores de várias cidades vizinhas.

Como usar esta página

Comece pela sua cidade na lista do alto da página: são 100 opções na Paraíba, cada uma com a página de restauração dentária e os anunciantes locais. Se a sua cidade ainda não tiver ninguém anunciando, veja as cidades vizinhas indicadas na própria página ou a cidade-polo da sua região, na lista de regiões acima.

Antes de marcar, confira o registro de cada profissional no CRO-PB, peça o plano de tratamento por escrito e pergunte quantas consultas o caso deve exigir. Com essas informações, fica mais fácil comparar e escolher um endereço que caiba na sua rotina até o fim do tratamento.

Perguntas frequentes sobre restauração dentária na Paraíba

Preciso trocar minhas obturações de amálgama?

Não necessariamente. Restaurações de amálgama íntegras, sem fratura e sem cárie em volta, podem ser mantidas. A remoção desgasta o dente e não é recomendada só por precaução. A troca faz sentido quando há fratura, infiltração, cárie nova ou outro motivo avaliado pelo dentista, incluindo o desejo estético conversado com ele.

Quais são as regiões mais populosas da Paraíba?

Pela divisão do IBGE, as cidades deste guia da Paraíba ficam em 4 regiões intermediárias. Somando os moradores dessas cidades, as maiores são João Pessoa, Campina Grande e Patos. Cada uma tem uma cidade-polo, onde costuma haver mais opções de atendimento.

Qual cidade da Paraíba tem, proporcionalmente, mais crianças?

Entre as cidades com 20 mil habitantes ou mais, é Caaporã, onde 25,6% dos moradores são crianças de até 14 anos, segundo o Censo 2022 do IBGE. A proporção ajuda a entender onde a procura por restauração dentária tende a ser maior.

O que fazer se a restauração caiu?

Guarde o pedaço, se encontrar, e marque uma consulta o quanto antes. Até lá, mastigue do outro lado, mantenha a área limpa com escovação suave e evite alimentos muito duros, pegajosos ou doces. Se houver dor forte, inchaço ou o dente quebrar junto, procure atendimento de urgência.

É normal o dente ficar sensível depois da obturação?

É comum sentir sensibilidade ao frio ou ao mastigar nos primeiros dias, principalmente em cáries fundas. Ela costuma diminuir aos poucos. Volte ao consultório se o dente parecer “alto” ao fechar a boca, se a sensibilidade piorar ou se surgir dor espontânea, latejante ou noturna.

Dente de leite com cárie precisa de restauração?

Sim, na maioria dos casos. Mesmo que o dente vá cair, a cárie aberta pode causar dor, infecção e dificuldade para comer, e o dente de leite guarda o espaço do permanente. O tratamento depende da idade e de quanto falta para a troca. Um odontopediatra pode orientar o melhor caminho.

Fora a capital, qual é a maior cidade da Paraíba?

É Campina Grande, com 419 mil habitantes no Censo 2022 do IBGE. A página de restauração dentária em Campina Grande mostra quem atende na cidade, com contato direto.

Em quantas cidades da Paraíba há página de restauração dentária?

Em 100 cidades da Paraíba. Cada página mostra quem atende na cidade, com registro no CRO-PB e contato direto, além de dados do IBGE e orientações para escolher.

Fontes: IBGE, Censo Demográfico 2022 (população e idade) e Divisão Regional do Brasil (regiões intermediárias).